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	<title>Sarita Bitu &#8211; Madame Sarita Bitu</title>
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	<description>Baralho Cigano &#124; Roda da Vida &#124; Reiki &#124; Quebra de Contrato Energético &#124; Limpeza para Abertura de Caminhos</description>
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	<title>Sarita Bitu &#8211; Madame Sarita Bitu</title>
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		<title>Passado é Bússola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sarita Bitu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 00:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas da Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Revisitar o passado é como usar uma bússola: ele nos guia, inspira autoconhecimento e fortalece o presente. Uma viagem à Bahia revelou a beleza da solidão, da liberdade e da felicidade genuína.]]></description>
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									<p><span class="trx_addons_dropcap trx_addons_dropcap_style_2">&#8220;S</span></p><p><span style="font-weight: 400;">e um dia eu pudesse ver meu passado inteiro”, já dizia o poeta. Interessante como o passado se desmembra e nos recordamos somente de fragmentos de pretérito. E, quando lembramos nitidamente uma situação que aconteceu lá atrás, é sempre comum ouvir um “lembro como se fosse hoje”.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">De uns anos pra cá, tenho feito o exercício de revisitar meu passado quando me convém. Recordações de infância. Lugares seguros construídos ao longo do tempo. Pessoas agradáveis. Sensações reconfortantes. Outras nem tanto.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Mas uma lembrança que gosto de buscar, principalmente quando me sinto sozinha, é a sensação que tive em um réveillon pós-pandêmico. Viajava pra Bahia. Muitas pessoas conhecidas, um grupo de Brasília fechou uma pousada de um amigo querido, e eu estava no bolo. Mas me sentia só. Tinha comprado o pacote pra viajar com meu namorado da época. O relacionamento não durou até a virada. Ele não iria. E fiquei entre indecisões se iria ou não, resolvi ir… Aflita. Já fazia uns 20 anos que eu emendava uma relação na outra e não sabia o que era estar de fato sozinha.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Fui. E, você sabe, a Bahia tem o mel… Tem o dendê. E essa mistura me mostrou o quanto era incrível estar em minha própria companhia. A sensação de liberdade, o descompromisso com a hora, a opinião que eu não precisava pedir a ninguém. A beleza da solidão. Dormir quando queria, acordar igual. Não se preocupar se o outro queria comer, o que queria comer, o que queria fazer. Era eu. Somente eu. Decidindo finalmente as minhas próprias vontades.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Lembro exatamente da sensação. O dia estava amanhecendo. Estávamos inebriados de virada de ano. Me virei pro mar… e pude ver um cenário que me deixou boquiaberta. O céu estava colorido, rosa, laranja, azul, amarelo. O sol do novo ano certificava que todos os desejos foram recebidos. Caminhei sozinha até molhar os pés. Risadas e música longe. Respirei. Os olhos brilhando extasiados deixaram cair uma lágrima, que acompanhou um sorriso. “Como eu estou feliz!” Eu realmente estava feliz! Tão feliz, tão feliz, que até hoje consigo sentir essa felicidade. Lembro como se fosse hoje. Foram dias realmente incríveis.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Revisitei essa lembrança da Bahia esses dias. Há tempos não abria essa porta do passado. Ela está viva. A Sarita na Bahia, em São Paulo, Brasília, Granada, Porto, </span><span style="font-weight: 400;">Füssen, León ou San Sebastián</span><span style="font-weight: 400;">. Elas caminham em minha mente, me relembrando vivências importantes do quanto é prazeroso usufruir da nossa genuína vontade de viver. De viver o que gosta de viver.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Vou a esse lugar sempre que sinto que devo, mas não fico lá, porque passado é bússola, não ponto de chegada. Revejo o passado pra me nortear no presente e me guiar no futuro. Pra me lembrar do que já construí, pra ter certeza do que quero estruturar, pra perceber o que venho transformando.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Vivo por mais momentos assim. Me celebro. Me revisito. Me preencho. E me crio.</span></p>								</div>
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		<title>Sobre o Tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sarita Bitu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 11:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas da Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo pode ser seu maior aliado na cura emocional, no crescimento pessoal e na busca por sentido. Mesmo diante da dor e da ansiedade pelo futuro, o tempo ensina paciência, revela o que realmente importa e abre espaço para uma vida mais leve e consciente. Se você procura inspiração em espiritualidade, autoconhecimento e transformação, este texto é um convite para deixar o tempo agir e surpreender você.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="20724" class="elementor elementor-20724" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span class="trx_addons_dropcap trx_addons_dropcap_style_2">N</span></p><p><span style="font-weight: 400;">ão há nesse mundo o que não possa ser ajeitado, consertado, remediado. O tempo tudo cura. A dor é passageira pra quem não quer viver nela e tem o tempo como seu aliado. O tempo é o avesso da pressa. E é na dor que nós aprendemos o que queremos ser. Quem nós somos. </span><span style="font-weight: 400;">Quem é você?</span></p><p><span style="font-weight: 400;">É com o  tempo que tudo se reabre. Se não há tempo, nada se constrói, nada avança. Tudo se transforma. E quem transforma é o tempo.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Você viveu no tempo certo tudo o que tinha pra viver. Colheu o que plantou. E semeou outros horizontes. Tem mais colheita à frente, não se preocupe. Mas ainda está germinando. Ainda está se desenvolvendo. Ainda está crescendo. E só cresce com o tempo. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Perceba o que é importante pra você agora. Quem é importante pra você agora. Quem está com você? Liste os nomes.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A superficialidade também faz bem. É seletiva. É eficaz. É pra saber onde pode colocar os dois pés. A superficialidade é necessária pra que se encontre o revés. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Você não está inteira pra todo mundo. E é melhor que não esteja. A vida tem mais que isso. E isso você já sabe. Aprendeu com o tempo. Ter você como a protagonista da sua história. É o suficiente. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem muita história pra contar. Não se preocupe com o futuro. É que ele ainda vai ser escrito. O que você não entende agora tomará forma com o passar do tempo. Não precisa de mais comprovações em sua vida. Você já tem todas.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A vida só para se você parar. O tempo, não. Esse muda independentemente de você.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Deixe o tempo te surpreender. Deixe que ele cuide de você. </span><span style="font-weight: 400;">Basta apenas acontecer. E vai acontecer.</span></p>								</div>
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		<title>Quando Füssen me Encontrou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sarita Bitu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 20:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[escrita terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[fussen alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[viajar sozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[Viagem a Füssen, na Baviera: um encontro inesperado que trouxe calma, leveza e reflexões que transformaram minha passagem pela Alemanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="20704" class="elementor elementor-20704" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span class="trx_addons_dropcap trx_addons_dropcap_style_2">H</span></p><p><span style="font-weight: 400;">oje senti a saudade bater, trazendo de volta Füssen, na Baviera, uma charmosa cidade medieval no sul da Alemanha, que segue vibrando dentro de mim como se eu ainda caminhasse por ali. Uma amiga, que acompanhava minhas andanças pelas redes sociais, apareceu com um convite inesperado: </span><i><span style="font-weight: 400;">“Vem aqui pra casa, moro em Füssen”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Na ida, a tranquilidade já dava sinais do que eu iria encontrar. Dentro de um ônibus de primeiro andar, viajávamos umas quatro pessoas e eu. Na primeira parada, desceram todos os viajantes e fiquei sozinha, durante umas três horas de percurso. A motorista – isso me deu alívio por ser uma mulher conduzindo – percorria uma estrada bucólica que me fazia respirar numa leve cadência.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Willkommen in Füssen.</span></i><span style="font-weight: 400;">” Chegamos. Uma cidade pequenininha, com cerca de quinze mil habitantes </span><span style="font-weight: 400;">–</span><span style="font-weight: 400;"> tão charmosa quanto gelada </span><span style="font-weight: 400;">–</span><span style="font-weight: 400;"> me surpreendia. Eu nem podia acreditar no que os meus olhos viam. O destino inesperado se revelava, e eu só pensava: “por favor, me belisca”. Um lago azul-turquesa cortava a cidade e impactava a minha retina. Parecia cena de sonho. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Encontrei Aline, que havia conhecido rapidamente em 2018, em São Paulo, na minha primeira viagem sozinha. Graças à tecnologia, o nosso contato estava ali, bolando entre algoritmos. Mas o encontro foi tão sublime e sincero que me fez duvidar que não éramos tão próximas. Aline me levou de bicicleta para as melhores sensações. Passamos uma tarde pedalando na divisa entre Alemanha e Áustria, vivendo uma experiência incrível.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A gente se emocionava rindo e nem sabíamos por que ríamos tanto… Mentira, sabíamos sim. O afago de um abraço amigo era o que precisávamos naquele momento. Cada uma no seu caminho, com sua demanda, com sua saudade, e um encontro que parecia ter sido arquitetado meticulosamente pelo universo para acontecer naquele instante. Estava sendo reconfortante.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Nos dias seguintes, enquanto Aline seguia sua rotina como qualquer cidadã brasileira-alemã, eu pedalava incessantemente como se quisesse chegar a algum lugar. E, por sorte, encontrei: me encontrei. Depois de semanas confusas e turbulentas, Füssen refletia o que poderia ter de melhor em mim: o silêncio, a leveza, o verde flamejante, o vento que acariciava os cabelos, o descompromisso com o sério, as boas companhias.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Füssen foi o abraço que eu precisava naquele momento. Nos encontramos… e foi exatamente na hora certa.</span></p>								</div>
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